Nívia Uchôa, fotógrafa há 25 anos e cineasta, natural de Aracati – Ce, reside em Juazeiro do Norte, livenciada em geografia pela Universidade Regional do Cariri – URCA em 1998.1. Atua desde 2016 como fotógrafa do Governo do Estado do Ceará prestando serviço para o gabinete do governador. Foi professora substituta no Centro de Artes Violeta Arraes Gervasiau - Universidade Regional do Cariri – URCA nos anos 2009 a 2011, ministrou as disciplinas de fotografia, cinema, tv e vídeo, projetos e suportes, fundamentos da visualidade, história da arte I e II. É professora de fotografia, audiovisual É professora em alfabetização visual com projeto TransOlhar com cegos na região do Cariri. É proprietária do banco de imagens Poesia da Luz. Membro do Instituto de Fotografi do Ceará - IFoto, Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, membro do Fórum de Fotografia Cearense, Membro da Fotografia Cariri – FOCA, membro dos coletivos Quadrilha fotográfica, Foto Crato. Em Curadorias realizou Encontro de Fotografia Conversas Fotográficas na região do Cariri e II Encontro Cearense de Fotografia, atualmente atua para realização do Festival de Fotografia do Cariri. Exposição de artes visuais Juazeiro como te vejo, exposição de pintura Ladeira das Cores, instalação Foto Silva, exposição fotográfica Casa Gino, curadora adjuta da exposição pedagógica de alunos do Centro de Artes Violeta Arraes Gervasiau. Como produtora realizou o I Encontro de Fotografia Popular e Rede Norte Nordeste de Fotografia em Juazeiro do Norte-Ce. Principais exposições: Nas cores da terceira idade, Nos caminhos da fé, Gentes do Cariri, Água pra que te quero!, Poema das Águas, A beleza dos Dias, Encontros de Agosto, DiVERCidade, Modos de Ver, Coletiva e diálogos Festival Internacional de Fotografia Encontro da Imagem com a exposição Território Expandido La Corunã, Galicia e Braga Potugal, Coletiva de fotógrafos brasileiros 30 anos de fotografia da curadora Rosely Nakagawa coletiva Coca Plática curador Junior Erre, coletiva Histórias de Ver, com ensaio sonhos imagéticos, atualmente compõe a Caixa de Fotos – Coleção Fotografia cearense 2018. Em publicações é autora do livro Água pra que te quero! 1o e 2o edição. Possui fotos em livros como Memória do Caminho do autor Oswald Barroso, Cultura em Movimento das autoras Claudia Leitão e Luciana Guilherme, Cultura , Arte e Arte/Educação do organizador Fabio José Rodrigues, entre outros. Em filmes e audiovisual realizou: Direção, roteiro fotografia do curta metragem Água pra que te quero! , roteiro, direção, fotografia do curta metragem Quero viver igual a um beija flor, roteiro e produção curta metragem catadores de Pequi, direção, roteiro e produção no curta metragem O Guardião da Floresta, diretora do video institucional Aprendendo a Olhar a Liberdade, roteiro, direção de fotografia e co direção do curta metragem Travesthriller direção Orlando Pereira, diretora de fotografia do curta metragem Quarta Parede direção Alisson Gomes e Roberto Carlos, diretora de fotogrfia do curta metragem Adeus meu bem direção Ytallo Rodrigues e Alisson Gomes, still no curta metragem A Inveção do Sertão, direção Joe Pimentel e Armando Praça, still curta metragem Fractais Sertanejos direção Heraldo Cavalcante, estagiária em vídeo assist do longa metragem O Caminho das Nuvens direção Vicente Amorim, direção de fotografia do documentário 100 anos de D. Toinha direção Mano Grangeiro, fotografia e direção do curta metragem Poéticas da Cidade, direção de fotografia do longa metragem A Copa. Documentários em fase de pesquisa Travstis e Xa de Flor. Prêmios – Melhor fotógrafa de Juazeiro ano 2000 no projeto culturas Cariri, melhor fotógrafa, semifinalitsa do Prêmio Ana Agência Nacional das Águas categoria Água e patrimônio com projeto Água pra que te quero! ano 2013, 1o lugar Prêmio Hebert Sousa categoria Educação com o projeto Imagem Coidiano e Cudadania anos 1997/1998, em 2016 Homengem do SATED-CE Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do estado do Ceará pela contribuição à cultura cearense em audiovisual e fotografia, Comenda Arco-íris Jonatham Kiss pelo ativismo, personalidade LGBT, pela contribuição para Movimento LGBT em Juazeiro do Norte-CE, 2018, Chá Lilás,comenda Visibilidade Lésbica.
PROJETO - TRANSITORIEDADES
... O uso da imagem acrescenta novas dimensões à interpretação da história cultural, permitindo aprofundar a compreensão do universo simbólico, que se exprime em sistemas de atitudes por meio por meio dos quais grupos sociais se definem, constroem identidades e apreendem mentalidades. (SEMAIN, 1999, p.116).
Fotografar objetos, natureza morta, monumentos, água, pássaro, etc, é necessário no sentido de compreender buscas entre a realação do ser humano e suas estética de cotidiano a partir de um olhar artistico e documental, assim, seguir uma certa subjetividade na imagem fotográfica não é apenas para expor um mero objeto de contemplação e sim desenvolver olhares que evidenciem inúmeras contribuições de legitimidade sob o foco do realismo da imagem, e ao mesmo tempo perceber uma transitoriedade do tempo a partir dos simbolos agregados as suas interpretações.
Mas há também dimensões, significações e determinações ocultas na realidade fotografada. O verossímil não é necessariamente o verdadeiro e, certamente, não é o concreto, embora seja o real.
(MARTINS, 2008, 64)
Assim podemos exprimir sua facetas e o que a fotografia pode representar e apreender enquanto linguagem.