2018 2022 2024

Maíra Ortins

Maíra Ortins, cidade do Recife, 07 de outubro de 1980. Possui Graduação em Letras – pela Universidade Federal do Ceará (2006). De 1995 a 1998, estudou desenho, pintura e escultura em argila pela Escola de Arte do Recife. De 2005 a 2008 foi diretora da Galeria Antonio Bandeira. Entre 2008 a 2012 foi Coordenadora de Artes Visuais da Secultfor – Secretaria de Cultura de Fortaleza. Participou de vários salões e exposições coletivas e individuais pelo Brasil e exterior. Fez individual em Barcelona e Madrid, Espanha em 2011. Individual em Nürnberg, Alemanha, 2012. Ambivalencia del Cuerpo Imaginário (com Cirenaica Moreira), cidade de Havana, Cuba, 2013. Residência artística em Recife, no Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães – MAMAM, 2012. Residência artística em Valência, Espanha, dezembro a março de 2014-2015, pelo programa de bolsas de intercambio cultural Conexão Cultura Brasil – Minc. Residência artística em Recife, na Semana de Artes Visuais – SPA, 2009. Prêmio desenho Unifor Plástica, 2009. Prêmio de pesquisa em artes visuais DERIVA – 2014, pelo IX Edital de Incentivo às Artes da Secult -CE- Brasil, 2016 - Premio de pesquisa em artes visuais KHORA, no VI Edital das Artes da Secretaria de Cultura de Fortaleza. Prêmio 69 Salão de Abril, 2018. Sua obra consta em acervos importantes de museus brasileiros e em instituições públicas no estrangeiro. Tais como: Galeria Graça Landeira, Belém do Pará -Brasil; Museu de Arte Contemporânea do Ceará, Fortaleza -Brasil; Centro del Estudios Jiloca Teruel – Espanha;Graphic Art Gallery, Varna -Bulgária; Asociacion de artistas graficos Luiza Palácios – Venezuela; Universidade The Iowa – USA; Centre Catolic/ Institut de Cultura de Ciudad D’Olot – Espanha; Art Museum Timisoara -Romênia; Museu Nacional de La Paz – Bolívia; Museu de Arte moderna Aloisio Magalhães -MAMAM - Recife PE, Brasil.

PROJETO
O lugar imaginado para aqueles que não possuem um lugar KHÔRA, (ou Chora; em grego antigo: χ?ρα) designa aquele território da pólis, ou seja, fora da cidade. Este termo foi utilizado primeiramente na filosofia por Platão para designar um espaço ou intervalo em seu diálogo com Timeu, Platão define khora entre o sensível e o inteligível, onde tudo passa, porém nada é retido. Ou seja, o espaço necessário para a dialética. Jacques Derridá escreveu um pequeno texto cujo título era Khora, e utilizava a palavra no sentido de alteridade “lugar para ser” Martin Heidegger designa como uma “luminosidade” em que o ser ocorre ou tem lugar. As duas ultimas definições estão mais próximas do uso que faço do termo em meu projeto.






Voltar